Charlie Sheen enfrenta cadeia incomum em Aspen

Se, como esperado, Charlie Sheen cumprir seu tempo de prisão no rico enclave de Aspen, nos Estados Unidos, ele morará onde os pisos têm carpete, as celas parecem dormitórios de faculdade e as quentes refeições são trazidas de um hospital.

ELLEN MILLER, REUTERS

05 de junho de 2010 | 15h30

Não, isso não é Hollywood. Não há celas amontoadas, nenhum barulho de colegas grosseiros, ou disciplina rígida aplicada por funcionários malvados.

Essa é a Cadeia de Pitkin County, onde vivem os prisioneiros de Aspen.

"O aspecto punitivo é a perda da sua independência e liberdade, e isso é o máximo que acontece", disse o delegado de Pitkin County, Bob Braudis, à Reuters na sexta-feira. "Nós queremos libertar os prisioneiros em uma forma melhor do que a que eles entraram."

Sheen, premiado ator e protagonista do seriado cômico "Two and a Half Men", está em apuros. Na segunda-feira, ele deve declarar que não oferecerá defesa às acusações de agredir sua esposa em Aspen, sede do governo de Pitkin County, e deve ser sentenciado a cerca de 30 dias de prisão.

Aspen é a famosa cidade de ski conhecida mundialmente como polo de celebridades de Hollywood, empresários milionários e políticos poderosos.

No site da cidade, a missão da prisão de Pitkin County pede por um ambiente "seguro e protegido" para "melhorar a forma física e mental e encorajar a auto-reabilitação e a reintegração bem sucedida à sociedade para todos os prisioneiros."

Os prisioneiros passam a maior parte de seus dias na sala comunal, onde eles podem ler, assistir televisão, jogar cartas e socializar. Eles podem atender o telefone, acessar e-mail, visitar parentes e amigos e exercitar-se regularmente.

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