Casa de Anne Frank defende Bieber por declaração em livro de visitas

Um museu de Amsterdã dedicado à memória Anne Frank defendeu na segunda-feira o cantor canadense Justin Bieber por ter escrito no livro de visitas da instituição que a jovem vítima do Holocausto teria sido uma "belieber", apelido dado aos fãs dele.

Reuters

15 de abril de 2013 | 18h13

Bieber, de 19 anos, foi criticado nas redes sociais pelo comentário que deixou após uma visita no fim de semana. Muita gente o acusou de fazer autopromoção e de ser deselegante.

A Casa de Anne Frank preserva a memória do local onde a menina, autora de um famoso diário, se escondeu durante anos com sua família durante a Segunda Guerra Mundial, até ser capturada e morta pelos nazistas, aos 15 anos.

Uma porta-voz do museu disse que a instituição ficou satisfeita em receber a visita do astro pop. "Seus comentários foram bastante inocentes", disse ela. "Ele passou mais de uma hora aqui e se interessou pela vida de Anne Frank, e para nós isso é o mais importante."

O museu usou o Facebook para anunciar, no sábado, que Bieber havia feito uma visita ao local. "No nosso livro de visitantes ele escreveu: ‘Realmente inspirador poder vir aqui. Anne foi uma grande menina. Quem dera ela tivesse sido uma ‘belieber''", dizia a nota.

Milhares de pessoas comentaram a postagem, e a grande maioria o criticou. "Que jeito de transformar um momento inspirador em algo a respeito de si próprio", escreveu um usuário.

A assessoria de Bieber, que está em turnê pela Europa, não quis se pronunciar.

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