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Casa Christie's bate recorde em um único leilão, com US$ 745 milhões

Obra de Barnett Newman atingiu US$ 84,16 milhões.

EFE

15 de maio de 2014 | 09h21

O leilão de arte contemporânea e do pós-guerra realizado nesta terça-feira, 13, na Casa Christie's em Nova York arrecadou o valor recorde de US$ 744,94 milhões em uma única sessão, na qual o quadro arrematado pelo maior preço foi Black Fire I, de Barnett Newman, vendido por US$ 84,16 milhões.

O recorde até agora pertencia ao leilão do ano passado de arte contemporânea e do pós-guerra da Christie's, que arrecadou US$ 691,58 milhões e conseguiu a marca da pintura mais cara já vendida, Três estudos de Lucian Freud, de Francis Bacon, arrematada por US$ 142 milhões.

Nenhum quadro se aproximou na terça-feira desse recorde, mas o leilão marcou um recorde pessoal para obras de Barnett Newman. Apenas quatro lotes dos 72 programados ficaram sem comprador, o que favoreceu a marca histórica em arrecadação.

Além da obra de Newman, Três Estudos Para Um Retrato de John Edwards, pintado em 1984 por Francis Bacon e vendido por US$ 80 milhões; as obras Race Riot (US$ 62,8 milhões) e Marilyn Blanca (US$ 41 milhões) de Andy Warhol; um Rothko de 1952 (US$ 66,24 milhões) e um Jean-Michel Basquiat por US$ 34,8 milhões, também contribuíram para o alto valor arrecadado. Além da marca de Newman, outros recordes pessoais foram quebrados no leilão, como o de Alexander Calder (cuja obra Poisson Volant alcançou US$ 25,92 milhões de dólares), Joan Mitchel e Joseph Cornell.

Nesta quinta-feira, 15, será a vez da Casa Sotheby's receber propostas multimilionárias em seu leilão de arte contemporânea com um cobiçado Popeye de Jeff Koons, além de obras de Andy Warhol, Jean Michel-Basquat, Rothko e Richter.

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