Canal pode pagar multa de R$ 100 mil

Antes mesmo de estrear, na terça passada, a série sobre crimes passionais brasileiros Até Que a Morte nos Separe, do A&E, já causou polêmica. Protagonista do que seria o 6º documentário da série, a advogada Carla Cepollina - acusada de assassinar com um tiro o ex-namorado, o coronel Ubiratan Guimarães, em 2006 - entrou na Justiça e, por decisão do juiz Antonio Carlos Figueira Negreiros, da 7ª Vara Cível de São Paulo, conseguiu barrar a exibição do episódio A Bela e o Coronel, previsto para o dia 24, que iria ao ar detalhando o caso. Carla havia sido inocentada, mas, em 2010, o Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu levá-la a júri e, agora, a advogada aguarda o julgamento em liberdade. Caso descumpra a medida - que inclui a não exibição de imagens de Carla nas chamadas e no site do canal-, o A&E pode pagar multa de R$ 100 mil. À decisão ainda cabe recurso. / A.D.

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