Calatrava busca gasto mínimo de manutenção

"Este é o projeto museológico mais importante que fiz em toda minha carreira", disse o arquiteto espanhol Santiago Calatrava, em frente da maquete do Museu do Amanhã, instituição que vai mar adentro no Píer Mauá, zona portuária do Rio. Feito para abrigar exposições de ciência, tecnologia e conhecimento, parte da inspiração na Mata Atlântica e é ambicioso na sua proposta de sustentabilidade.

Jotabê Medeiros, O Estado de S.Paulo

29 de agosto de 2010 | 00h00

"A intenção é fazer um museu com um impacto econômico ínfimo, com materiais reutilizáveis e que seja autossuficiente de energia", afirmou Calatrava. O Museu do Amanhã deverá ser inaugurado no final de 2010, por ocasião da Conferência sobre Desenvolvimento Sustentável que as Nações Unidas sediarão no Rio.

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