Cacá Diegues foi homenageado na França e nos EUA

Cacá Diegues veio ao Recife após duas homenagens: em Nova York, no Lincoln Center, e no Festival do Cinema Brasileiro de Paris. Na França, recebeu prêmio especial das mãos de Costa-Gavras. Em ambos os eventos, discutiu alguns de seus filmes, como Bye-Bye Brasil, com o público. Para os americanos, o longa de 1979 é sobre um país que nasce. Para os franceses, é sobre um mundo do qual o autor se despede. Cacá diz que não se incomodou com a disparidade. Bye-Bye Brasil, afinal, tem um pouco das duas coisas. Um crítico francês fez uma ponte muito interessante entre os filmes do Cinema Novo e a nova produção pernambucana, que seria, ou é, sua herdeira. A análise foi enriquecedora. Wilker gostaria que Cacá dirigisse Giovanni Improtta. Ele preferiu coproduzir e estimulou seu ator (em Xica da Silva, Bye-Bye Brasil, etc.) a dirigir. Coisas no filme parecem de Cacá - a pesquisa musical, por exemplo. Ele garante que tudo é de Wilker. / L.C.M.

O Estado de S.Paulo

29 de abril de 2013 | 02h08

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