Bulgari, Hermès e Cartier na calçada das grifes

No centro de St. Barths, as placas não indicam nomes das ruas, mas das grifes

Camila Anauate,

18 de janeiro de 2011 | 07h00

Nas vitrines. Com preços inflacionados, comprar em St. Barths é só para quem pode

As fotos de celebridades com sacolas cheias são de Gustavia, o centro de St. Barths. Todo fim de tarde acaba lá. Seja para desfilar entre lojas chiques - ali, as placas não indicam nomes das ruas, mas das grifes, pode? -, comer em um bom restaurante ou tomar um drinque à beira-mar.

 

St. Barths é uma vitrine. Cartier, Hermès, Bulgari e Roberto Cavalli estão lá, de frente para o porto. A ilha é duty free, mas comprar é só para quem pode: os preços são hiperinflacionados. Batas de seda lindas de morrer, como as da Pupette, custam pelo menos 150 euros. E uma camiseta básica, 50 euros. Além de roupas, há joias, chapéus e cosméticos da linha St. Barth - o hidratante de baunilha vale a pena: 20.

 

Em termos gastronômicos, a maioria dos restaurantes fica nos hotéis, mas há um em Gustavia do qual você nunca mais vai se esquecer. O italiano L'Isola, original até a última garfada. Peça burrata, ravióli de espinafre e vitela à milanesa. Com vinho, claro. Outra opção é o Bonito, especializado em frutos do mar. E com uma vista de babar para os iates de Gustavia.

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