Bryan Singer, de 'X-Men', pede a tribunal que rejeite acusação de abuso

O diretor de "X-Men", Bryan Singer, pediu a um juiz de Los Angeles nesta quinta-feira que anule a ação judicial de um britânico anônimo que o acusa de ter abusado sexualmente dele quando era menor de idade.

REUTERS

03 de julho de 2014 | 20h01

O advogado de Singer, Marty Singer, solicitou ao juiz Dean Pregerson que desconsidere o processo apresentado em maio, dizendo que o documento foi encaminhado de forma anônima e imprópria por um cidadão britânico, identificado nos papéis do tribunal como João Ninguém número 117.

Singer, de 48 anos, também pediu à corte que o demandante pague 300 mil dólares pelas despesas legais que o réu deve ter que desembolsar.

A ação judicial apresentada pelo advogado Jeff Herman, famoso por defender casos de abuso sexual, acusa o cineasta Singer e o executivo de entretenimento Gary Goddard, de 60 anos, de coagir o britânico a se envolver em atos sexuais como menor prometendo ajudá-lo na sua carreira de ator.

No mês passado, Goddard pediu que o processo fosse rejeitado.

Este é o segundo caso de abuso sexual apresentado contra Singer antes do lançamento de "X-Men: Dias de um Futuro Esquecido", que arrecadou 715 milhões de dólares em todo o mundo nas suas cinco primeiras semanas de exibição e deve ser um dos filmes mais lucrativos do ano.

(Reportagem de Eric Kelsey)

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