BLAKE, SOUL BRANCO

Uma delicada criatura da música contemporânea vai mostrar sua cara no festival Sónar, entre gigantes como Kraftwerk e Sakamoto. Trata-se do britânico James Blake, cujo amálgama musical já foi chamado de pós-dubstep, white soul, trip gospel e outros rótulos. Canta divinamente, como Jeff Buckley, toca teclado e insemina a era digital com cores de conservatório. Fantástico. / JOTABÊ MEDEIROS

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