Bienal paga dívida para o MinC em 60 parcelas

Para tirar a Fundação Bienal de São Paulo do cadastro de inadimplentes, a ministra da Cultura, Marta Suplicy, assinou, ontem (20) à tarte, um acordo com Luís Terepins, presidente da instituição. A fundação vai pagar em 60 prestações, de 2013 a 2018, uma dívida de R$ 12,2 milhões, consequência de 14 convênios fechados entre 1999 e 2007. Além de não estar mais na lista de devedores do MinC, a entidade poderá captar recursos pela Lei Rouanet para realizar a 31.ª Bienal, em 2014.

JOÃO FERNANDO, Agência Estado

21 de maio de 2013 | 10h22

"O acordo tirou um peso dos nossos ombros. Em um momento, achamos que não conseguiríamos", desabafou Terepins. Os documentos passaram por uma nova auditoria, em que se chegou ao valor de R$ 3,5 em valores da época, que, corrigidos, chegaram aos R$ 12,2 milhões. O valor total dos projetos envolvidos nos convênios era de R$ 33 milhões. "Isso até propiciou uma ?não Bienal? em um ano por causa de recursos e de não pode captar", relembrou a ministra.

Segundo Luís Terepins, a Bienal do ano passado teve cerca de 500 mil visitantes, sendo 60 estrangeiros e 200 mil crianças. "Formamos 40 mil educadores, geramos 3 mil empregos diretos e indiretos e trouxemos cerca de R$ 140 milhões de recursos para a cidade", enumera. "O programa educativo foi o que mais me sensibilizou", reforça Marta Suplicy.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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