Bienal de Veneza: maior número de latino-americanos de sua história

A Bienal de Arte de Veneza anunciou hoje, em Roma, que este ano terá mais artistas e maior quantidade de países latino-americano participando do evento de toda sua história. Sua 49.ª edição será aberta ao público no dia 10 de junho. Lá estarão artistas da Argentina, Brasil, Bolívia, Costa Rica, Cuba, Equador, Chile, Jamaica, México, Nicarágua, Peru, Uruguai e Venezuela, informou o diretor da bienal Harald Szeemann. Alguns países terão seus próprios pavilhões nos jardins da Bienal, como Brasil, Chile, Uruguai, Argentina e Venezuela, enquanto outros apresentarão seus trabalhos no espaço destinado ao Instituto Ítalo Latino-americano (IILA), que tem sede em Roma e se dedica à difusão da cultura latino-americana na Itália. Cuba será repressentada por obras de Luis Gómez Armenteros, Hibraim Miranda Ramos e Gilberto De La Nuez; pelo Equador José Antonio Cauja e Alfredo Eguiguren; pelo Peru Meliton Rivera; pela Nicarágua Hugo Palma Ibarra; pela Argentina Leandro Erlich e Graciela Sacco; pelo Chile Juan Downey; pelo México Santiago Sierra; pelo Brasil Ernesto Neto; pela Costa Rica Priscilla Monge; pela Venezuela Víctor Hugo Irazábal e Javier Téllez; pela Bolívia, Raúl Lara, Hortensia Montenegro, Chrystal Ostermann, Ricardo Pérez Alcalá e Gustavo Ugalde.

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