Bienal de Arquitetura e Design será mais didática

A 6.ª Bienal Internacional de Arquitetura e Design (BIA), entre 22 de outubro e 11 de dezembro na Fundação Bienal de São Paulo, tem como tema um assunto básico Viver na Cidade e como objetivo principal ser didática para o público leigo, como defendem seus curadores, Pedro Cury e Gilberto Belleza. A mostra se valerá do apelo visual, da presença de maquetes volumétricas, fotografias e pinturas. O barroco brasileiro, a evolução do desenho arquitetônico desde o século 18 e projetos sociais em Heliópolis são alguns pontos abordados. Além das participações escolhidas pela curadoria, a mostra contará com 13 representações internacionais (Argentina, Alemanha, África do Sul, Áustria, China, Cingapura, EUA, França, Holanda, Israel, México, Portugal e Suécia). Orçada em R$ 2 milhões "já fechados", como diz Paulo Sophia, presidente do Instituto dos Arquitetos do Brasil, parceiro no evento, a 6ª BIA terá mostras especiais de desenhos do franco-suíço Le Corbusier (1887-1965) e da obra do finlandês Alvar Aalto (1898-1976), que fez curioso uso de madeira em sua produção. Como convidados internacionais vale citar o italiano Vittorio Gregotti e o espanhol Alberto Campos Baeza. Entre os brasileiros, os destaques são Carlos Milan, Ícaro de Castro Melo Eduardo Keneese de Melo e homenagem a Oswaldo Correa Gonçalves.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.