'Benedict não é um dândi. É um cara normal'

Muito Barulho por Nada traz para o presente, com frescor, um clássico de Shakespeare. Como você, que estudou na Inglaterra (na London Academy of Arts), onde trabalhou em algumas montagens dos textos do bardo, vê essa adaptação?

Entrevista com

Flavia Guerra, O Estado de S.Paulo

28 de agosto de 2013 | 02h21

ALEXIS DENISOF - Foi muito bom trabalhar nesse projeto. Algumas vezes as pessoas são mais tradicionais, outras mais experimentais, mas esse nosso jeito é uma nova maneira, moderna, de trazer para os dias de hoje um texto tão importante, um bom momento para experimentar e reavivar o interesse dos jovens pela obra shakespeariana. Tudo que vemos de comédia romântica no cinema começou com Muito Barulho.

Sentiu-se intimidado com a responsabilidade?

ALEXIS DENISOF - Há uma preocupação, mas não intimidação. Queríamos encontrar nossa forma autêntica, e orgânica, de interpretar os personagens. Explorar a verdade que há em seus textos, sua observação sempre contundente do amor, do lado engraçado, ou nem tanto, dos relacionamentos.

Como concebeu seu Benedict?

ALEXIS DENISOF - Tentei fazer dele um cara contemporâneo. Não é um dândi, que se veste cheio de frufrus. É um cara normal, que qualquer um pode conhecer.

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