Barbra: críticas à fama

A história de Barbra Streisand é, talvez, o mais triunfante caso de vingança do show business. Os primeiros anos de sua carreira, nos anos 60, foram marcados por críticas à sua aparência física - Barbra era considerada feia por muitos diretores, o que a impediu de conseguir papéis no teatro e na televisão. Para aqueles que também se sentiam rejeitados, como mulheres menos atraentes e gays, porém, a cantora e atriz era, desde os 21 anos, um símbolo da vitória.

O Estado de S.Paulo

04 Outubro 2012 | 03h09

Em 1964, ela foi capa de duas famosas revistas norte-americanas - a Time e a Life - e apresentou-se com Judy Garland, no que parecia uma passagem de bastão entre a diva de O Mágico de Oz e nova estrela. Na época, Streisand era também a "garota dourada" da gravadora Columbia Records e da Broadway, no musical Funny Girl. Apenas dois anos antes, as pessoas a chamavam de "esquisita".

Dezenas de livros já esgotaram o mito Streisand. Nenhum deles com a cooperação dela, e todos com sua contrariedade. Mas a fascinação sobre sua vida continua. A mais nova biografia lançada sobre ela, intitulada Hello, Gorgeous: Becoming Barbra Streisand, de William J. Mann (em tradução livre, Oi, Deslumbrante: Tornando-se Barbra Streisand), conta sua trajetória desde 1960, quando ela ainda era uma adolescente em busca de ascensão na carreira, até o final de Funny Girl.

Previsivelmente, o livro de 500 páginas não inova muito no conteúdo. Mas, a biografia romantizada é notável pela sua abundância de detalhes e imparcialidade sobre a vida de Barbra. Além da busca de Streisand pelo estrelato, Mann traz em seu livro fatos sobre a infância da cantora, seu primeiro relacionamento sério e traços marcantes de sua personalidade, com um exagerado perfeccionismo. / JAMES GAVIN, NEW YORK TIMES

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