Band aposta no Miss Brasil 2005

A Rede Bandeirantes aposta que o concurso de Miss Brasil ainda tem o charme de antigamente e promove, na quinta-feira que vem, a versão 2005, com 27 candidatas, de todos os Estados da Federação. "A gente se acomoda a estes tempos, em que as meninas querem ser modelo e começam cedo na profissão. Mas ser miss ainda tem encanto", diz o coordenador do evento há 12 anos, Boanerges Gaeta, que criou uma empresa só para realizá-lo em todo o País. "Os concursos começam nos municípios, depois nos Estados, até chegarem aqui. Mas hoje, elas pintam os cabelos, fazem plástica, usam apliques, coisas proibidas na época de Martha Rocha." A miss São Paulo, Glenda Saccona, é a mais alta (1,86 m) das concorrentes e promete trazer torcida de Sorocaba, sua cidade. "Lá, miss é muito concorrido", conta. A de Sergipe, Claudianne Bomfim, saiu de Nossa Senhora do Socorro, na região metropolitana de Aracaju. Está no 4.º ano do curso pedagógico que forma professoras. "Sou a antiga normalista", explica. A miss Rio Grande do Sul, Eunice Pratti, chega com uma responsabilidade: de lá veio a maioria das misses Brasil (incluindo a eterna miss Universo, Ieda Maria Vargas) e boa parte das top models internacionais. "Farei justiça à fama", promete. As três primeiras colocadas do Miss Brasil participarão de concursos internacionais na Tailândia (Miss Universo), China (Miss Mundo) e Japão (Miss Beleza Internacional), mas só a primeira ganha prêmios, além da ajuda para ir a esses lugares. A segunda colocada do BBB5, Grazielli Massafera, que no ano passado ficou em terceiro lugar no Miss Brasil deve aparecer para passar a faixa este ano, segundo Gaeta.

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