Autoridades egípcias serão julgadas por furto de Van Gogh

O promotor-geral do Egito disse nesta segunda-feira que denunciou 11 funcionários do Ministério da Cultura a um tribunal do Cairo para serem acusados por negligência no caso do furto de uma obra de Van Gogh, estimada em 55 milhões de dólares.

REUTERS

06 de setembro de 2010 | 12h36

A pintura, conhecida no Egito como "Flor de Papoula" e listada nos sites de artes como um "Vaso com Viscaria", foi roubada no mês passado do Museu Mahmoud Khalil, na capital egípcia. O museu abriga uma das mais belas coleções de arte dos séculos 19 e 20.

O promotor encaminhou os funcionários ao tribunal em Dokki, bairro no centro de Cairo onde fica o museu, de acordo com um comunicado. A primeira sessão do julgamento está programada para o dia 14 de setembro.

O Museu Mahmoud Khalil tem obras de Mohammed Mahmoud Khalil, um político que morreu em 1953, e inclui pinturas de Gaugin, Monet, Manet e Renoir, além do mestre pós-impressionista holandês Van Gogh.

Uma investigação preliminar do furto mostrou "falhas flagrantes" no sistema de segurança, com apenas sete das 43 câmeras de segurança funcionando corretamente, disse a mídia estatal.

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