Autoridades e intelectuais uruguaios celebram Nobel para Vargas Llosa

Autoridades e intelectuais urugauuis comemoraram hoje o Prêmio Nobel de Literatura concedido ao escritor peruano Mario Vargas Llosa, um romancista "fundamental para a história latino-americana", apontou o diretor de Cultura do Ministério da Educação do Uruguai, Hugo Achugar.

EFE

07 de outubro de 2010 | 12h09

 

"Alguns de seus romances são realmente jóias da narrativa", disse Achugar, citando "A cidade e os cachorros" (1962) e "A Guerra do Fim do mundo" (1981) como "obras mestras".

 

Além disso, Achugar comemorou que o Nobel houvesse voltado a "terras latino-americanas" e lembrou que o prêmio "é também um reconhecimento da riqueza e da literatura em castelhano".

 

A escritora Sylvia Lago, presidente da Fundação Benedetti, assinalou que Vargas Llosa é um "Nobel merecidíssimo", já que se trata de um "excelente autor de obras excepcionais". Ela lembrou que a relação entre Vargas Llosa e o poeta uruguaio Mario Benedetti "foi um tanto polêmica", sobretudo devido a suas diferenças políticas. Ela ainda ressaltou que o uruguaio "sempre reconheceu o valor de Llosa como escritor" e "se sentiria contente que o prêmio tenha voltado a América Latina através dele".

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