Até parece coletânea

Lançado originalmente em 1979, chega amanhã às bancas o 18.º disco da Grande Discoteca Brasileira Estadão, Gonzaguinha da Vida. O oitavo LP da carreira de Luiz Gonzaga Jr., o Gonzaguinha -, teve produção de Eduardo Souto Neto e supervisão do principal produtor da EMI-Odeon, Mariozinho Rocha.

Lucas Nobile, O Estado de S.Paulo

12 de fevereiro de 2011 | 00h00

Depois de ter despontado com Sangrando, em 1976, e Espero por Mim, Morena, no ano seguinte, o artista regravou alguns temas em Gonzaguinha da Vida, como O Trem e Mundo Novo, Vida Nova. Além disso, emplacou sucessos como O Preto Que Satisfaz, abertura de novela com As Frenéticas, Não Dá Mais pra Segurar (Explode Coração), hit já no ano anterior quando Bethânia gravou no disco Álibi, e A Vida do Viajante, em duo com o pai e gênio Luiz Gonzaga. "O disco parece uma coletânea, cheio de sucessos. Era muito fácil trabalhar com o Gonzaguinha", diz Eduardo Souto Neto.

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