'Até o Sol Raiá', a melhor animação do Anima Mundi

Prêmio de melhor curta-metragem do festival, encerrado no domingo, fica com o argentino 'Lapsus'

07 de julho de 2017 | 13h40

O júri popular da 15.ª edição do Anima Mundi, maior festival de animação das Américas, elegeu Até o Sol Raiá, de Fernando Jorge, um dos favoritos, a melhor animação brasileira. A produção também levou a melhor na categoria melhor primeira obra. Até o Sol Raia conta uma espécie de fábula de um soldadinho de chumbo, um Toy Story do sertão com um arretado sotaque pernambucano. Desde o início do evento, foi chamado de uma das "jóias" desta edição. Na categoria melhor animação brasileira o segundo lugar ficou com A Noite do Vampiro, de Alê Camargo, e o terceiro com Limbo, de Rômolo Eduardo D'hipólito. O prêmio de melhor curta-metragem foi para o argentino Lapsus, de Juan Pablo Zaramella. O de melhor curta infantil, com Natureza Morta - Shaun The Sheep 'Still Life', para o britânico Chris Sadler. A melhor animação em curso eleita foi a francesa Le Marchand de Sable, de Cyrille Drevon, Nelly Durieux e Amel El Kamel. O Anima Mundi, que começou no dia 11 e terminou neste domingo, 15, trouxe 368 títulos (escolhidos entre 1.228 inscritos de todo o mundo). Destes, 68 brasileiros (o País se inscreveu com 322 títulos).

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