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Assistente de Jackson descreve o caos do dia que morreu o cantor

Doutor Murray é acusado de matar o 'Rei do Pop' com dose exagerada de sedativo e pode pegar prisão perpétua

Associated Press,

04 de janeiro de 2011 | 18h35

O assistente pessoal de Michael Jackson fez declarações em Los Angeles sobre a caótica cena que flagrou na mansão que o cantor havia alugado e no hospital no dia de sua morte.

 

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Os promotores interrogaram Michel Amir Williams nesta terça-feira, 4, sobre a breve conversa que teve com o doutor Conrad Murray, acusado de homicídio involuntário pela morte de Jackson.

 

Williams disse que Murray o chamou e lhe pediu desenfreadamente que dissesse aos seguranças que ajudaram o cantor, que estava em um quarto. Os promotores haviam alegado em uma audiência preliminar que Jackson já estava morto.

 

O assistente declarou que Murray lhe disse que Jackson havia tido uma "má reação" e que necessitava de ajuda urgente, mas que não lhe pediu que chamasse o serviço de emergências 911.

Williams sustentou que o caos foi instaurado na mansão e no hospital, enquanto começava a juntar uma multidão de gente.

 

A mãe de Jackson, Katherine, sua irmã LaToya e seu irmão Jackie assistiram à audiência desta terça-feira.

 

 

Texto atualizado às 18h57

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