As dez melhores exposições em 2017

O ano de 2017 ainda nem começou e o Divirta-se já está de olho no que a cidade receberá de bom duran

André Carmona, Celso Filho, Júlia Côrrea, Lucinéia Nunes e Renato Vieira, O Estado de S.Paulo

30 Dezembro 2016 | 21h47

EXPOSIÇÕES

1) O MAM estará fechado em janeiro, mas reabre dia 7/2 com uma retrospectiva de Anita Malfatti. A mostra terá, inclusive, obras exibidas na emblemática (e polêmica) exposição de 1917.

2) Em abril, a Galeria de Arte Sesi-SP recebe um dos mais expressivos acervos de arte do mundo, a Coleção Ella Fontanals-Cisneros, com obras abstratas latino-americanas.

3) A Pinacoteca lembra a obra do modernista Di Cavalcanti em setembro. A retrospectiva pretende entender o papel que o artista representou na construção da arte moderna brasileira.

4) A sexualidade será a principal temática das mostras de 2017 do Masp, o que culminará na coletiva ‘Histórias da Sexualidade’, em 19/10. Antes disso, o tema orienta uma exposição sobre Henri de Toulouse-Lautrec (fot0), a partir de 29/6.

5) No primeiro semestre, o MAC USP volta a expor recortes de seu acervo. Com pesquisa de Katia Canton, a exposição reúne obras feitas a partir dos anos 2000, incluindo doações recentes.

6) Entre abril e maio, o Instituto Tomie Ohtake passeia pelo trabalho de Yoko Ono. O foco da mostra será nas performances da artista japonesa, abordando suas famosas ‘instruções’.

7) Em julho, o MIS homenageia o compositor Renato Russo. A mostra, feita em parceria com seu filho Giuliano Manfredini, exibirá objetos pessoais do ex-Legião Urbana.

8) O Itaú Cultural retoma as mostras do projeto Ocupação a partir de fevereiro. A primeira homenageada, em 15/2, será a atriz Laura Cardoso. Em maio, será a escritora Conceição Evaristo.

9) Já a Estação Pinacoteca, em dezembro, percorre a carreira do paulistano Rodrigo Andrade. A mostra revisa sua obra desde o trabalho com o grupo Casa 7 até a produção mais recente.

10) Para encerrar 2017, o Masp faz uma homenagem a Tunga, morto em junho passado. A mostra terá formato de retrospectiva, sob a curadoria do diretor artístico do museu, Adriano Pedrosa.

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