Arte de Nassar em livro

Sempre que se fala do artista paraense Emmanuel Nassar, é colocada a questão de sua obra se fazer no limite entre o popular e o erudito. Não de uma maneira pejorativa, mas pelo próprio uso que Nassar faz de elementos do cotidiano - chapas de alumínio, bandeiras, por exemplo - em suas diversas criações, explorando um universo que questiona a arte e a não-arte, que dialoga a figuração banal com a geometria.

O Estado de S.Paulo

24 de novembro de 2011 | 03h10

Mas, na verdade, dando um passo adiante na reflexão, a obra do artista, como analisa o historiador, curador e crítico Tadeu Chiarelli, se construiu/constrói por meio de Uma Conduta Consumidora Crítica, título do texto que abre o livro Emmanuel Nassar (217 págs., Barléu Edições Ltda.), que tem lançamento hoje na Galeria Millan.

Publicação bilíngue, lançada também anteontem no Rio, a edição é visual e documental, formada por mais de uma centena de reproduções das obras produzidas por Emmanuel Nassar desde a década de 1980 - diversas, entre instalações, pinturas, fotografias, desenhos. O livro se completa com uma cronologia crítica sobre o artista, nascido em 1949 em Capanema, no Pará. / C.M.

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