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Aos 60 anos, Record calcula êxito da era Edir Macedo no Ibope: 310%

Já que ninguém consegue falar dos 60 anos da Record sem pensar que a era de ouro da emissora aconteceu na gestão Machado de Carvalho, entre as décadas de 1960 e 70, com os grandes festivais de música e programas como Família Trapo, a atual administração resolveu fazer as contas e provar que a era Edir Macedo tem, sim, grande importância na longevidade da marca. Em um estudo de audiência dos últimos 20 anos, com base nos números do Ibope, a Record saiu de 1,5 ponto de audiência na média diária, das 7 h à 0 h, para 6,1 pontos (cálculo até 27 de setembro, data do aniversário de 60 anos). São 310% de crescimento.

Cristina Padiglione, O Estado de S.Paulo

01 de outubro de 2013 | 02h23

Quando trocou de mãos, em 1991, a rede amargava uma crise financeira sem precedentes. Sua sede, no Aeroporto, estava em frangalhos.

Mas, para pavimentar a festa da sessentona, a curva da concorrência nesse período é negativa, e isso vale para todos na Grande São Paulo. A saber:

Globo: caiu de 23,5 pontos (em 1993) para 14,4 pontos.

SBT: caiu de 8 pontos para 5,4.

Band: foi de 2,8 pontos para 2,5.

A Manchete, que virou RedeTV!, tinha 1,5 ponto em 93, empatada então com a Record, ante 0,8 ponto agora registrado pela RedeTV!

Um dado interessante é que o porcentual de televisores ligados no período não muda: era 40% e assim continua, ressaltando que a TV aberta vem perdendo terreno para TV fechada e outros aparelhos (DVD, game). Em números absolutos, no entanto, há mais gente diante da TV, já que 1 ponto no Ibope representava 40 mil domicílios em 1993 e hoje representa 62 mil.

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