Ao alcance de todos

Grande feira terá espaço com 50 ‘leitores eletrônicos’ para o público manusear

Raquel Cozer, O Estado de S.Paulo

10 de agosto de 2010 | 00h00

Fala-se tanto em ‘leitores eletrônicos’no País que nem parece que, na verdade, pouquíssimos brasileiros chegaram a ver de perto um desses aparelhos.

Com o livro digital entre os tem as centrais desta edição, a Bienal do Livro e a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo prepararam um ambiente para que o público possa manusear Kindles e iPads. Trata-se do Espaço Digital, onde 50 equipamentos estarão acessíveis para os visitantes, que contarão com a ajuda de monitores para entender seu funcionamento.

Desde março, quando São Paulo sediou o1.ºCongresso Internacional do Livro Digital, houve poucos avanços no mercado nacional no que diz respeito aos e-books. A maior mudança foi que empresas como a Livraria Cultura e a Geográfica começaram a realizar

A conversão para e Pub - padrão de formato eletrônico para livros -, algo que até então as editoras só podiam mandar fazer no exterior.

Ainda assim,o tema volta à berlinda antes mesmo do início do evento no Anhembi. Hoje (10) e  amanhã(11),o Fórum Internacional do Livro Digital terá três palestrantes sobre o assunto, o consultor americano Mike Shatzkin, o gerente de pesquisas da IBM Jean Paul Jacob e o sociólogo inglês John B. Thompson. "No congresso, mostramos o que acontece no mundo em relação ao digital.

Agora, queremos antecipar tendências", diz Eduardo Mendes, diretor executivo da CBL. Durante a Bienal, haverá debates. Ângela Lago e Marisa Lajolo por exemplo, discutirão o livro infantil na era digital - assim como as HQs,a literatura infantil é gênero dos mais propícios para experimentações digitais.

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