Antigas (ainda modernas) e as novas do Edu

O repertório para os três shows do disco novo de Edu Lobo seguirá o mesmo esqueleto da apresentação prevista para ontem à noite, no Sesc Santos. Das 12 faixas de Tantas Marés, lançado em fevereiro, apenas uma ficará de fora, Senhora do Rio (Domínio Público). No set list, as quatro parcerias de Edu com Chico Buarque gravadas no último álbum, A Bela e a Fera, Ode aos Ratos, A História de Lily Braun e Ciranda da Bailarina. Além delas, relembrará outras do casamento artístico com Chico, como Na Carreira, Noite de Verão, Beatriz e Choro Bandido. Ainda do CD mais recente, a bela Angu de Caroço (com Cacaso) e seis composições de Edu que já existiam de forma instrumental e foram agora letradas por Paulo César Pinheiro: a quebrada Dança do Corrupião; as emotivas Primeira Cantiga, Qualquer Caminho, Tantas Marés e Coração Cigano; e a genial Perambulando, que Edu fez no início de 1995 em homenagem ao amigo Jobim, que havia morrido pouco antes, em 8 de dezembro de 1994. Além dessas, Edu inclui no roteiro suas crias antológicas, que ainda hoje se mostram modernas, como Vento Bravo (com Paulo César Pinheiro), Ponteio (com Capinan) e Pra dizer Adeus (com Torquato Neto). / L.N.

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