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REUTERS/Mario Anzuoni/File Photo
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Angelina Jolie e Brad Pitt, o fim do casal ideal de Hollywood

O divórcio deixa para trás um dos casais considerados mais perfeitos, respeitados e populares do cinema

EFE

22 de setembro de 2016 | 10h47

Estrelas do cinema, admirados pelo trabalho e pela beleza, comprometidos com causas humanitárias e pais dedicados, Angelina Jolie e Brad Pitt se divorciam e deixam para trás um dos casais considerados mais perfeitos, respeitados e populares de Hollywood.

A atriz, de 41 anos, entrou na segunda-feira com um pedido de divórcio do marido, de 52, ao alegar "diferenças irreconciliáveis", de acordo com o portal especializado em notícias sobre celebridades TMZ.

É possível que Angelina busque a custódia dos seis filhos do casal e, segundo o site, aparentemente não existe um pivô na separação, o principal motivo seria a maneira com a qual Brad Pitt criava os filhos.

Em comunicado posterior enviado à revista People, o ator reagiu com tristeza ao pedido de divórcio, mas declarou que o mais importante no momento é o bem-estar dos filhos.

"Estou muito entristecido por isso, mas o que mais importa agora é o bem-estar das nossas crianças. Peço amavelmente à imprensa que os dê o espaço que merecem durante este exigente momento", escreveu.

Conhecido popularmente como "Brangelina", o casal se apaixonou em cena, durante as gravações de Sr. & Sra. Smith (2005). O início da relação gerou grande repercussão, já que Pitt era casado com a atriz Jennifer Aniston, da qual se divorciou após cinco anos de união.

Tanto Brad Pitt como Angelina Jolie tinham um amplo histórico de romance com companheiros de profissão. Ele já havia se relacionado com Gwyneth Paltrow e Juliette Lewis antes de se comprometer com Jennifer Aniston, enquanto ela já tinha casado duas vezes, primeiro com Jonny Lee Miller e depois com Billy Bob Thornton.

Quando o romance se tornou público, Hollywood se rendeu aos pés de ambos. Angelina tinha ganhado o Oscar de melhor atriz coadjuvante por Garota, Interrompida (1999), enquanto Pitt era um dos atores mais cotados graças a papéis em filmes como Entrevista Com o Vampiro (1994), Clube da Luta (1999) e Onze Homens e um Segredo (2001).

Longe de buscar refúgio na família, os dois trabalharam bastante durante os anos juntos. Angelina recebeu elogios pelos papéis em A Troca (2008) e Malévola (2014) e dirigiu os filmes Na Terra de Amor e Ódio (2011), Invencível (2014) e À Beira Mar (2015), para o qual recrutou o então marido para ser protagonista.

O ator se destacou em Babel (2006), O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e Bastardos Inglórios (2009), entre outros filmes, e conquistou o Oscar de melhor filme por ter feito parte da equipe de produtores de 12 Anos de Escravidão (2013).

Após quase dez anos juntos, os artistas se casaram em agosto de 2014, em cerimônia íntima que realizada em sua residência de Chateau Miraval, uma luxuosa mansão situada no sudeste da França na qual o casal produzia vinho.

Angelina Jolie e Brad Pitt criaram uma grande família e tiveram seis filhos: três adotados - Maddox (Camboja), Pax (Vietnã) e Zahara (Etiópia) - e três biológicos - Shiloh e os gêmeos Knox e Vivienne.

Um dos momentos mais delicados do casamento foi a mastectomia dupla à qual Angelina se submeteu para reduzir as possibilidades de desenvolver um câncer devido aos antecedentes familiares, especialmente pela mãe, Marcheline Bertrand, que morreu aos 56 anos por um câncer nos ovários.

O trabalho humanitário também foi uma das marcas do casal. A atriz é embaixadora do Alto Comissariado da ONU para os Refugiados (Acnur) e suas múltiplas atividades solidárias renderem em 2013 o prêmio Jean Hersholt da Academia de Hollywood.

O ator também desenvolveu projetos humanitários, como um para construir casas para os afetados pelo furacão Katrina em Nova Orleans, e trabalhou com Angelina na fundação Maddox Jolie Pitt, destinada à proteção e conservação do parque nacional Samlout, no Camboja.

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