Amanda Knox foi 'crucificada' por crime na Itália, diz advogado

A estudante norte-americana Amanda Knox era uma jovem ingênua que foi "crucificada" e "empalada" ao ser falsamente acusada por um homicídio, disse o advogado dela na quinta-feira, durante o julgamento de um recurso.

REUTERS

29 de setembro de 2011 | 09h36

Knox foi condenada em 2009 a 26 anos de prisão pelo assassinato da britânica Meredith Kercher, com quem ela dividia apartamento, e que foi morta aparentemente em meio a uma noitada embalada por sexo e drogas.

O namorado italiano dela e um homem da Costa do Marfim também foram condenados pelo crime, mas o foco do julgamento recaiu sobre Knox, acusada pela promotoria de ter comandado a agressão sexual e segurado a faca que cortou o pescoço de Kercher.

O advogado Carlo dalla Vedova disse que houve erros na investigação policial, e pediu ao júri que se desfaça da imagem de Knox com uma moça alucinada por sexo.

"Ela foi crucificada, empalada em praça pública..., atropelada por um tsunami midiático", disse Dallla Vedova.

(Por Deepa Babington)

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