Advogado quer levar caso de Britney Spears à esfera federal

O pai da pop star Britney Spears manterá por cerca de três semanas o controle sobre o patrimônio dela, segundo decisão judicial da quinta-feira. Enquanto isso, um novo advogado tenta transferir o caso para a jurisdição federal. O advogado Jon Eardley é ligado a Sam Lutfi, que se diz empresário de Britney, e apresentou uma petição para retirar o caso da Justiça da Califórnia, alegando que a cantora está sendo privada de seus direitos individuais. Jamie Spears, pai dela, recebeu há duas semanas a "curadoria temporária" dos bens e interesses da filha, de 26 anos. Na ocasião, ela havia sido internada em um hospital de Los Angeles para uma avaliação psiquiátrica. A comissária judicial Reva Goetz agora prorrogou a curadoria até 10 de março, segundo um porta-voz do tribunal. Além disso, Bryan Spears, 30 anos, irmão da cantora, foi nomeado co-curador, junto com o advogado Ivan Taback. Eardley alega que o pai de Britney está criando restrições que impedem a administração correta de medicamentos que ela deve tomar, e cujo uso é justamente o motivo pela qual ela foi considerada temporariamente incapaz de gerir seus negócios. Não ficou claro se Eardley age sob ordens de Lutfi, embora ambos tenham o mesmo assessor de imprensa, que não quis entrar em detalhes do caso. Em depoimento neste mês, Lynne Spears, mãe da cantora, disse que a filha está sendo controlada por Lutfi, que era visto constantemente com ela nas últimas semanas. "O sr. Lutfi drogou Britney. Ele cortou a linha telefônica da casa de Britney. Ele afirma controlar tudo -- o administrador dos negócios de Britney, seus advogados e seguranças no portão", afirmou.

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