A súmula dos excessos de Biáfora

Ravina, o primeiro longa dirigido pelo lendário crítico de O Estado de S. Paulo (entre os anos 50 e 80), Rubem Biáfora, já foi chamado de O Morro dos Ventos Uivantes brasileiro. Biáfora evoca William Wyler e Ingmar Bergman para contar a história de uma família destruída pelo vício do jogo de um dos seus integrantes. A cenografia, a interpretação, tudo evidencia a cultura e o temperamento excessivo do aturo. E há Eliane Lage, a fascinante Greta Garbo das Vera Cruz, soberana da cena da dança, na quermesse. Reprise, preto-e-branco, 100 minutos, hoje às 23h, na TV Cultura.

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