A revolução chamada Lost

Duas visões diversas sobre o seriado que termina domingo nos EUA e terça-feira no Brasil

, O Estado de S.Paulo

21 de maio de 2010 | 00h00

No domingo, fanáticos pelo seriado Lost celebram o fim da maratona. Foi uma revolução como há muito não se via. Nunca um programa de televisão, no mundo todo, mudou tanto a relação do espectador com o meio. Nesta página, a pedido do Estado, dois profissionais da criação - de áreas diversas - opinam sobre esta febre midiática desencadeada pela atração, a partir dos mistérios da ilha "móvel", onde caiu um avião cheio de personagens arquetípicos. O cantor e compositor Fausto Fawcett, que sempre lidou com a cultura de massa e virou um analista de fenômenos pop, chama Lost de obra-prima. O roteirista de cinema, Di Moretti, de filmes como Cabra Cega, não perdoa o desfile de clichês e o naufrágio de um roteiro perdido em enigmas insolúveis.

 

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