A primeira rede social cultural do Brasil

"O sibite é um passarinho pequeno e franzino que vive no Nordeste brasileiro. Por ser mirrado, não vale nada no mercado, mas tem o que nenhuma outra ave famosa tem: liberdade para voar. Daí que essa mesma liberdade que o sibite - o pássaro - desfruta, você pode dar às suas ideias através do Sibite - o site."

Flavia Guerra, O Estado de S.Paulo

14 de agosto de 2011 | 00h00

Assim se apresenta a primeira rede social cultural do Brasil, o Sibite. Com lançamento previsto para o dia 30, o site será também um grande portal para se produzir cultura e ainda ser uma empresa de investimento coletivo que visa promover o acesso democrático à produção cultural. "Você inscreve o seu projeto e "viraliza" para os seus amigos. Quem gostar, pode investir. Enquanto isso, empresas parceiras do Sibite estão de olho em você", explica Bruno Beauchamps, que há tempos trabalha com produção de cinema e, com Luiza Faria, criou o portal.

Experiências de crowdfunding (financiamento colaborativo ou a tradicional vaquinha) já existem em vários países e funcionam com vigor principalmente em países da Europa e EUA. Desde Facebook e sites pessoais, até o Kickstarter, produtores jovens e veteranos submetem suas ideias à aprovação e apoio de amigos e investidores. No Kickstarter, por exemplo, pode-se investir tanto em um filme como até em um novo relógio. Além de democratizar o acesso à produção, as plataformas desburocratizam o processo.

A comparação entre o Sibite e outras plataformas online é inevitável, mas não totalmente correta. O Sibite será mais amplo. Além de rede social, em que se pode ter um perfil pessoal, será o único ao misturar investimento de pessoas jurídicas e físicas. O objetivo do é tornar o investimento mais dinâmico. Terá também um veículo de comunicação, o No Bico, e uma agenda cultural. "Cada área terá embaixadores e consultores. Queremos que seja um grande portal para se conhecer cultura, pessoas, trocar informações. É para unir, quem gosta e quem produz cultura no Brasil."

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