A maldição das ganhadoras

"Só no dia seguinte é que tive a confirmação: sim, sou Christopher Walz!", divertiu-se Sandra Bullock, depois de passada a euforia pela conquista do Oscar de melhor atriz, há duas semanas. Ela se referia ao ator austríaco, considerado o vencedor certo na categoria de coadjuvante, portanto, sinônimo de vitória.

Ubiratan Brasil, O Estadao de S.Paulo

19 de março de 2010 | 00h00

Tão logo terminou a cerimônia, na noite do dia 7, Sandra passeou por diversas festas, com um sorriso fixo no rosto e sempre exibindo a cobiçada estatueta. "Minha vontade agora é comer um hambúrguer, tirar os sapatos e dar um belo cochilo", confessava.

Depois de semanas em campanha, período em que colecionou os principais prêmios, como o Globo de Ouro e o do sindicato dos atores, Sandra buscava um pouco de sossego ? com a estatueta dourada já posicionada em sua estante (próxima do Framboesa de pior atriz), ela dizia que, no dia seguinte à premiação, que pretendia comprar doces, entre outras futilidades. "E retomar minha rotina", completava.

A condição de premiada pelo Oscar, no entanto, não lhe permitia tamanha reclusão. Pior: conforme vaticinou a imprensa americana de fofocas, Sandra Bullock entrava para o clube das atrizes que, tão logo premiadas, separam-se dos maridos ? esta semana, a revista In Touch publicou entrevista com uma modelo da Califórnia que dizia ter ido para a cama com o marido da atriz, Jesse James, no período em que ela filmava Um Sonho Possível.

Por coincidência, Sandra não compareceu esta semana à première do filme em Londres, alegando razões pessoais. Sobre a traição, ela não se pronunciou, mas o fato é que Sandra foi colocada no panteão onde já figuram Hilary Swank, Halle Berry, Reese Witherspoon, Kate Winslet e Julia Roberts, todas com problemas matrimoniais após faturarem um Oscar.

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