A história do festival em videoinstalações

A comunidade artística brasileira está bem representada no festival

Antonio Gonçalves Filho, O Estado de S.Paulo

05 de novembro de 2013 | 02h13

A comunidade artística brasileira está bem representada no festival, não só pela participação de videomakers como pela entrada de outros meios de expressão, entre eles a pintura e a performance. A curadora Solange Farkas justifica esse caráter multidisciplinar pelo diálogo que diferentes meios têm travado para criar novas formas de expressão, caso do coletivo Madeirista, que trabalha com literatura, poesia visual e performance, refletindo sobre o estatuto da arte contemporânea.

Os principais nomes consagrados pelo Videobrasil foram reunidos na mostra que comemora os 30 anos de realização do evento, destacando-se entre os brasileiros o cineasta Cao Guimarães, Rosangela Rennó, Eder Santos e Fernando Meirelles, diretor de Cidade de Deus.

Tradicionalmente, o Videobrasil monta uma exposição paralela à mostra competitiva Panoramas do Sul. A deste ano é uma videoinstalação que ocupa o galpão do Sesc Pompeia, mesmo espaço onde acontecerão reencenações de performances históricas. Nele será também instalada uma videoteca com mais de 1.300 obras à disposição do público. Entre os trabalhos estão vídeos de Nam June Paik e Marina Abramovic. O festival foi responsável pela difusão no Brasil de nomes como Bill Viola e Gary Hill.

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