A greve de sorrisos de Allman

Três bateristas, uma dupla de guitarristas de alto calibre (Warren Haynes e Dereck Trucks, este no lugar que já foi de Duane Allman, tocando com o pé engessado e sentado), um baixista fenomenal (Oteil Burbridge) e um sobrevivente da formação original, Gregg Allman, nos teclados.

Jotabê Medeiros, O Estado de S.Paulo

01 de maio de 2010 | 00h00

O show do grupo Allman Brothers foi o ponto alto da primeira semana do JazzFest. A pegada de southern rock e o volume sonoro dominou o Acura Stage.

A atual formação dos Allman Brothers é lacônica, não fala com a plateia, mas seu esperanto é fluido e viral. Repassando músicas da história da banda, como Whipping Post, Ramblin Man, No One to Run With, One Way Out e Melissa, Gregg Allman, seus óculos escuros e sua greve de sorrisos dominavam a colina. A voz macerada pelos excessos da estrada está ainda mais rascante. Sem fogos de artifício nem truques, é um dos maiores shows de rock and roll da atualidade.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.