À ESPERA DO EFEITO GUGGENHEIM

O Louvre de Lens é o símbolo de uma política cultural que vem crescendo na Europa: a descentralização. Assim como o Guggenheim de Frank Gehry se espalhou pelo mundo, dando nova vida a cidades como Bilbao, na Espanha, o Louvre vem se tornando uma franquia. Depois do museu de Abu Dhabi, nos Emirados, é a vez de Lens crescer graças ao prestígio da nova instituição.

O Estado de S.Paulo

17 Fevereiro 2013 | 02h10

Construído em uma jazida de

carvão desativada nos anos 60,

o Louvre-Lens vai além da

demonstração de força das instituições culturais da França. É também um símbolo do poder

da arte como agente de desenvolvimento econômico. Assim como Liverpool, com o Tate, Lens

quer usar a cultura para ganhar renome internacional, atrair turistas, franceses e estrangeiros,

e fortalecer sua economia. "É o maior museu do mundo em uma das cidades mais pobres da França", disse ao jornal Le Figaro o prefeito da cidade, Guy Delcourt. "Lens morria. Agora pode reviver." / A.N.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.