A cor do som de Clara

Uma conversa entre imagem e som, mãe e filho, é a proposta de Sinestesia, recital da pianista Clara Sverner com projeções de Muti Randolph. O repertório é tradicional com pitadas de populares. Inclui Chopin, Webern, Villa-Lobos, Satie e também Marcelo Camelo, cuja composição Saudade, do disco Sou, foi tocada pela pianista. A parte visual do projeto terá uma relação automática com a música. Através de um mecanismo desenvolvido especialmente para esta apresentação, câmeras instaladas no interior do piano fazem com que as projeções de Muti reajam em tempo real às notas de Clara.

ROBERTO NASCIMENTO , O Estado de S.Paulo

14 de março de 2012 | 03h09

O diálogo junta dois artistas relacionados por sangue, mas de universos díspares. Sverner, renomada pianista, buscou em seu repertório valorizar compositores populares e de vanguarda, sem abrir mão da tradição. Seu filho Muti tem um extenso currículo que inclui cenografia e design para grandes marcas, e também instalações visuais interativas. A colaboração será realizada hoje e amanhã, no Grande Auditório do Masp, às 20h. Os ingressos custam R$30 (inteira) e R$15 (meia). O Masp fica na Avenida Paulista, 1578. O telefone é (11) 3251-5644.

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