A ÁRVORE MUSICOLÓGICA DE ROB EM SP

A escalação do disco Ekundayo, que será lançado esta semana no site do selo Ropeadope, ajuda a mapear as múltiplas colaborações entre Rob Mazurek e a cena instrumental paulistana.

O Estado de S.Paulo

26 de novembro de 2011 | 03h07

No vibrafone, Guilherme Granado; na bateria e nos beats,

Maurício Takara, ambos parceiros do São Paulo Underground com quem Rob toca na banda de

Marcelo Camelo. Nas rimas, Rodrigo Brandão, MC do Mamelo Soundsystem e parceiro de Lurdez da Luz. O beatmaker americano Mike Ladd, que conheceu Rob em turnê pela Europa, fez batidas. O engenheiro de som Scotty Hard, que já trabalhou com John Medeski e Nação Zumbi, mixou e deu pitacos na produção. Por último, a percussão de Naná Vasconcelos, que, de acordo com Brandão, foi a cereja no bolo da colaboração, cuja gênese aconteceu no palco do Sesc. Naná por sua vez, já colaborou com ídolos do free jazz, como Don Cherry, influências de Rob. "O Rob tem essa visão de São Paulo como Meca da criatividade caótica do século 21", explica o rapper. R.N.

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