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A agitada vida de Penélope Cruz

Atriz fala que adora se sentir insegura no set de filmagens

Reuters

04 de dezembro de 2013 | 10h24

Penélope Cruz interpreta uma mulher estéril em um novo filme, e uma noiva arruinada em outro, mas a vida familiar da atriz é algo inacessível. A morena espanhola, de 39 anos, pediu desculpas pelo atraso de 30 minutos na entrevista concedida à Reuters em um pub londrino, porque precisou ir correndo para casa amamentar sua filha bebê.

Perguntada sobre como divide as tarefas domésticas com o marido, o também ator Javier Bardem, ela se esquivou: "Não falo sobre eles em entrevista, meus filhos. Não falo sobre eles porque realmente tento protegê-los das outras partes da minha atividade."

A entrevista era para divulgar seu novo filme, Twice Born, que estreia agora em dezembro nos EUA, e no qual ela vive uma pesquisadora infértil que se envolve com um fotógrafo durante a Guerra da Bósnia. "Adoro não me sentir segura quando entro no set", diz ela sobre o filme, recebido com ambiguidade pela crítica europeia em 2012. O longa acompanha a personagem dela desde a juventude até a maturidade, num momento em que a própria atriz se aproxima da meia-idade - o que, no entanto, ela não vê como um empecilho à sua carreira.

"Na Europa é muito possível, e também porque não é minha principal ambição. Você sabe que eu adoro trabalhar e me sinto com sorte quando posso trabalhar, porque preciso, mas não é minha prioridade número 1 - é a família, e aí meu trabalho, que tenho muita sorte de ter."

Paralelamente ao filme ambientado na Guerra da Bósnia, ela está em cartaz nos EUA e na Europa com O Conselheiro do Crime, no qual aparece em tórridas cenas com Michael Fassbender - um filme, ao seu modo, também violento. "Gosto do filme, é realmente interessante e inteligente, mas tenho dúvidas sobre a violência. Há uma cena que ainda não vi, em que Brad Pitt morre, o jeito que ele morre. Acho que a violência não deve ser glamourizada. Não participei de muitos filmes violentos, mas se fosse participar gostaria que fosse um que pelo menos não parecesse um videogame."

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