26.ª Bienal já tem duas obras danificadas

A 26.ª Bienal de São Paulo já tem um saldo de duas obras danificadas pelo público, desde a abertura da mega-exposição de arte, no domingo, no Pavilhão da Bienal do Parque do Ibirapuera. A organização do evento ainda não tem previsão de quando as duas obras estarão liberadas para a visitação. Depois de uma instalação sem título do artista cubano Jorge Pardo ter sido pichada na abertura do evento; a organização precisou interditar mais uma obra, ontem, após um grupo de crianças invadir o espaço da instalação Where Does the Dust Collect Itself, do artista chinês Xu Bing.A obra é composta por um poema budista, cujas palavras são escritas com uma camada da poeira que cobriu a área do World Trade Center após a destruição das torres gêmeas, em 11 de setembro de 2001, em Nova York.Segundo a assessoria de imprensa da Bienal, duas crianças pularam da plataforma de onde a obra é observada e andaram sobre o pó, desfazendo os desenhos e deixando marcas dos pés. A obra está interditada para o público, que não pode acessar a plataforma. O artista já foi notificado sobre o incidente e a organização está à espera de uma orientação de como deve ser feito o restauro.No domingo, quando mais de 20 mil pessoas visitaram a exposição, que pela primeira vez é gratuita, uma pessoa pichou a palavra "não", com tinta preta, na instalação de Jorge Pardo, uma obra grande feita de compensado. A organização da Bienal afirma que a segurança já foi aumentada para evitar novos incidentes.Veja galeria de fotos da Bienal

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