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"Gosto que eles me alimentem, e paguem minhas roupas, e me protejam. E em troca eu farei por eles o que puder, mas não mais do que isso. Assim como não posso respirar a respiração de outro ou ajudar o coração de outro a bater (...) não posso dizer mais do que posso dizer. E sei como isto os perturba profundamente e me faria sorrir, esta necessidade sincera de anedotas tolas ou padrões simples, nítidos, na história do que aconteceu conosco, exceto que eu esqueci como sorrir. Não tenho mais necessidade de sorrir. Do mesmo modo como não tenho mais necessidade de lágrimas."

O Estado de S.Paulo

22 de dezembro de 2012 | 02h08

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