Andrew Caballero-Reynolds/AFP
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Trump condecora o ator Jon Voight, seu apoiador, e Angelina Jolie não vai à homenagem ao pai

Voight, de 80 anos, estava entre as oito pessoas que receberam a Medalha Nacional das Artes e a Medalha Nacional de Humanidades na Casa Branca

Valeria Macon, AFP

22 de novembro de 2019 | 12h11

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, condecorou nesta quinta-feira, 21, o vencedor do Oscar Jon Voight, um de seus poucos simpatizantes em Hollywood, e disse que lutou contra as lágrimas ao assistir a um dos filmes do ator.

Voight, de 80 anos, estava entre as oito pessoas que receberam a Medalha Nacional das Artes e a Medalha Nacional de Humanidades numa cerimônia na Casa Branca, o mais alto reconhecimento do Estado para artistas.

O ator ganhou em 1978 o Oscar de melhor ator por Amargo Regresso, com a interpretação de um veterano paraplégico do Vietnã, ao lado de Jane Fonda.

Estrelou Perdidos na Noite com Dustin Hoffman e também participou de Expresso para o Inferno e O Dossiê Odessa, entre outros sucessos.

Trump disse que outro filme de Voight, O Campeão, foi a "melhor bilheteria de todos os tempos".

"Todos choravam nesse filme. Tentei não fazer isso, Jon, mas não foi fácil", disse o presidente.

Voight tem sido publicamente um grande defensor dos republicanos em Hollywood, numa posição oposta a de seus colegas que há muito se inclinam para os democratas.

Sua filha, a atriz Angelina Jolie, feroz crítica de Trump, não compareceu na cerimônia de entrega de medalhas no Salão Leste da Casa Branca.

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