AP Photo/Alik Keplicz
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Tribunal polonês nega pedido de extradição de Roman Polanski

Os Estados Unidos, que queriam o cineasta no País para responder por abuso sexual de menor, ainda podem recorrer

Redação, AFP

30 Outubro 2015 | 12h24

O tribunal polonês negou a extradição do cineasta Roman Polanski, de 82 anos, aos Estados Unidos nesta sexta-feira, 30. Ele foi condenado por ter abusado, em 1977, de uma menina de 13 anos, em Los Angeles. 

"O Tribunal de Cracóvia determina que a extradição aos Estados Unidos do cidadão francês e polonês Roman Polanski é inadmissível", declarou à imprensa o juiz Dariusz Mazur.

A promotoria polonesa, que representa a justiça americana neste caso, poderá recorrer da sentença. Neste caso, o tribunal de apelação "poderá confirmar o veredito, mudá-lo" ou indicar que o caso volte a ser analisado pelo tribunal de primeira instância, explicou o porta-voz do tribunal da Cracóvia, Beata Gorszczyk.

Os Estados Unidos solicitaram em janeiro deste ano a extradição do cineasta, depois que Polanski viajou a Varsóvia.

Polanski, que está na Cracóvia, decidiu não ir ao tribunal "por motivos se encuentra en Cracovia, decidió no acudir al tribunal "por razões emocionais", disse um de seus advogados, Jan Olszewski.

Segundo a imprensa local, o diretor estava a bordo de um avião particular no aeroporto da cidade quando saiu a sentença.

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