Jasin Boland/Marvel Studios
Jasin Boland/Marvel Studios

‘Thor: Amor e Trovão’: O que saber antes de assistir ao novo filme da Marvel

Longa-metragem estreia nesta quinta-feira, 7, e traz na bagagem histórias que vieram de outras produções do estúdio

Matheus Mans, O Estado de S.Paulo

06 de julho de 2022 | 15h01

Quarto filme do deus do Universo Cinematográfico da Marvel, Thor: Amor e Trovão chega aos cinemas nesta quinta-feira, 7. Por ser a quarta história individual do personagem e o 29.º longa-metragem da Marvel Studios, sem contar as séries, há muita bagagem acumulada até chegar nessa história. Produções de outros anos começaram histórias que são finalizadas aqui. Por isso, saiba o que fazer antes de assistir ao novo filme da Marvel.

 

Thor em um novo momento

Primeiramente, é essencial ter o filme Thor: Ragnarok, disponível no Disney+, fresco na memória. Afinal, foi nesse filme que o cineasta Taika Waititi (Jojo Rabbit) entrou na jogada e deixou o lado sombrio do personagem de lado para abraçar a galhofa, os tons coloridos e uma história leve - ainda que não deixe os dramas existenciais da saga realmente de lado.

Com isso, é importante entender como o diretor fez essa transição entre os dois humores do personagem. Mas, principalmente, aqui é possível compreender como o ator Chris Hemsworth passou a fazer o que faz de melhor: dar um tratamento mais divertido ao deus do trovão. Quem não assistir ao filme, vai ficar perdido nessa mudança brusca de tom.

Korg e Valkyrie

Além da questão do tom, que muda em Ragnarok, vários personagens essenciais são introduzidos na jornada do deus do trovão. Tessa Thompson, conhecida por seu papel em Creed: Nascido para Lutar, entra na história como Valkyrie, personagem que representa as guerreiras nórdicas que fazem de tudo para proteger Odin e outros deuses. Mas, aqui, ela ganha uma roupagem contemporânea como uma personagem queer e mais independente. 

Outro personagem essencial é Korg (Taika Waititi), um ser de pedra que conhece Thor nos bastidores da luta do deus do trovão contra Hulk em Ragnarok. No filme anterior, se tornou queridinho pelo bom humor. Agora, deixa de ser apenas um coadjuvante esporádico e se torna essencial: é ele que narra toda a trajetória de Thor e é dono de algumas das melhores piadas do filme, como os erros constantes com o nome da personagem de Natalie Portman

Jane Foster

Falando em Portman, também é importante saber como sua personagem, Jane Foster, chegou até aqui. Par romântico do deus nórdico, ela surgiu já no primeiro filme do personagem, Thor, em 2011. Ainda apareceu com certa relevância na sequência Thor: O Mundo Sombrio, mas depois desapareceu. A atriz ficou incomodada pela forma como foi tratada apenas como a “donzela em perigo” e não quis mais voltar ao universo da Marvel.

Taika Waititi, porém, fez uma nova proposta de transformar Jane na Poderosa Thor, versão feminina do deus do trovão. Era uma maneira de não jogar o arco da personagem fora, dar sentido na sua história neste novo momento e, ainda, agradar Natalie Portman com um papel que não é apenas de par romântico. Se der tempo, então, pode ser uma boa opção assistir aos dois filmes iniciais do personagem para perceber a transformação de Jane.

 

 

 

 

 

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