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Temporada dos cineastas que se reinventaram marca o ano de 2015

Godard, com 'Adeus à Linguagem', e George Miller, em 'Mad Max – Estrada da Fúria', tiveram seu grande recomeço

Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

26 de dezembro de 2015 | 17h00

Foi o ano do bilhão, aquele em que, mais rapidamente, diversos filmes de Hollywood ultrapassaram US$ 1 bi de renda. Jurassic World, Stars Wars – Episódio VII, Velozes e Furiosos 7, Minions. Jurassic foi o grande filme (hawksiano) de aventuras do ano. Clint Eastwood e Ron Howard reinventaram John Ford – o primeiro, Rastros de Ódio, em American Sniper; o segundo, Liberty Valance, em No Coração do Mar.

A latinidade reluziu com Joanna Lombardi (Casadentro) e Ernesto Daranas (Numa Escola de Havana), mas o diálogo de Leonardo Padura também enriqueceu Retorno a Ítaca, de Laurent Cantet, em que Cuba coube num terraço. Godard foi inventivo como nunca em seu 3D Adeus à Linguagem. E George Miller não ficou atrás com o operístico Mad Max – Estrada da Fúria.

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