"Táxi" de Gisele Bündchen chega ao Brasil

A comédia Táxi, que estréia hoje, que é o remake de uma produção francesa de Luc Besson, fez US$ 40 milhões nos EUA. No Brasil, há a curiosidade do público para ver a brasileira Gisele Bündchen que se tornou a modelo mais famosa e bem paga do mundo em sua primeira empreitada como atriz. Fazer cinema não era um sonho de Gisele. "Nem ser modelo", ela explica. "Tudo aconteceu meio por acaso, graças a um conjunto de circunstâncias e à ajuda de muitas pessoas." Em entrevista ao Estado, Gisele falou de vida privada, sim. Está firme com Leonardo DiCaprio, que chama de "meu namorado". Faz cara de espanto - e aí, se estiver mentindo, é melhor atriz do que em toda a sua participação em Táxi - ao desmentir um possível romance com Ashton Kutcher. "O Ashton? Só cumprimentei o cara e já ficam me inventando um romance com ele." Gisele divertiu-se fazendo Táxi, onde seu papel é secundário. A motorista é Queen Latifah, que se envolve com um policial desastrado (Jimmy Fallon) na caçada a um bando de belas assaltantes de bancos - liderado por Gisele. Do ponto de vista da top improvisada em atriz, a melhor cena dela é a primeira, na saída do aeroporto, quando a câmera descreve um movimento que sobe pelas pernas até chegar ao rosto, que exibe um ar arrogante. Gisele não acha que sua personagem em Táxi - uma ladra - reforce o preconceito contra os brasileiros. "É só diversão. O filme também debocha do policial e você vai dizer que é contra a polícia americana?" Seu filme preferido - surpresa! - é um clássico neo-realista de Vittorio De Sica. Mas ela não diz Ladrões de Bicicletas. É Bycicle Thieves. Tem um pôster do filme em sua casa, em Los Angeles. "É tão simples, tão humano. Narra uma história que me emociona muito."

Agencia Estado,

05 de novembro de 2004 | 13h57

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