Chris Pizzello / Invision / AP
Chris Pizzello / Invision / AP

Steven Spielberg decide não dirigir novo filme de 'Indiana Jones'

O cineasta dirigiu todos os filmes anteriores da franquia, mas agora acredita que é necessário trazer uma nova visão para a produção e atrair uma geração mais jovem

Agências, EFE

27 de fevereiro de 2020 | 14h06

O cineasta Steven Spielberg decidiu não dirigir o novo filme da franquia Indiana Jones, que será o primeiro em 39 anos que não contará com o comando do diretor. O novo filme será o quinto da saga do aventureiro Indiana Jones, e deve ser lançado em 2021.

Segundo uma publicação da revista Variety desta quarta-feira, 26, Spielberg seguirá vinculado ao filme como produtor, mas cedeu o cargo de diretor. Quem está em negociações para assumir a direção é James Mangold, cujo trabalho mais recente foi Ford vs Ferrari, indicado ao Oscar 2020.

Fontes próximas a Spielberg indicaram que a decisão foi tomada pelo cineasta com o objetivo de trazer uma nova visão para a franquia e atrair uma geração mais jovem.

Harrison Ford, protagonista da franquia desde 1981, seguirá no projeto e viverá Indiana Jones novamente no quinto filme. O ator chegou  falar sobre o longa em entrevistas, e assegurou que começará as filmagens em “aproximadamente dois meses”. 

Essa não é a primeira vez que Mangold assume a direção de projetos já existentes, já que assumiu tardiamente a direção de Logan, filme de 2017 que faz parte da franquia Wolverine e que foi um grande sucesso, com 619 milhões de dólares arrecadados e uma indicação ao Oscar.

Ainda sem título definitivo, Indiana Jones 5 será a continuação da saga de aventuras criada por George Lucas, que também idealizou os filmes de Star Wars. A franquia teve três lançamentos na década de 1980, retornando em 2008 com Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal, filme mais lucrativo da franquia.

O novo filme, cujos direitos agora pertencem à Disney, foi anunciado em 2016, contando com a direção de Spielberg, e tinha estreia prevista para 2019, mas foi adiado para 2021 devido a demissões e diferenças na equipe de roteiristas.

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