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'Salt' consagra Angelina Jolie como heroína de ação

Dirigida pelo cineasta Phillip Noyce, a atriz chega às telas como a agente da CIA Evelyn Salt

Reuters,

29 de julho de 2010 | 15h56

SÃO PAULO (Reuters) - Com um cachê de 20 milhões de dólares, dispensando dublês e praticamente levando o filme nas costas, Angelina Jolie torna-se com "Salt" a maior atriz do cinema de ação dos últimos tempos.

 

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E mais: com apenas 35 anos, Jolie conseguiu transcender os gêneros cinematográficos e ter seu trabalho reconhecido nos mais diferentes papéis. O filme estreia em circuito nacional, em cópias dubladas e legendadas.

 

Com um Globo de Ouro por sua perfomance em "Gia" (1998) e um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por "Garota Interrompida" (1999), Angelina ainda faturou mais de 1,5 bilhão de dólares apenas com seus personagens de ação: "60 Segundos" (2000), a franquia "Lara Croft - Tomb Raider" (2001 e 2003), "Sr. e Sra. Smith" (2005) e "O Procurado" (2008).

 

 

  

Dirigida pelo cineasta Phillip Noyce, com quem já havia trabalhado em "O Colecionador de Ossos", a atriz chega às telas como a agente da Agência Central de Inteligência (CIA) Evelyn Salt, que pode ou não ser uma espiã russa infiltrada na entidade.

 

Sua real identidade é colocada em xeque em frente a seus colegas de serviço de inteligência, Ted (Liev Schreiber, de "Um Ato de Liberdade") e Peabody (Chiwetel Ejiofor, de "2012"), em um interrogatório oficial.

 

Nele, um desertor russo, Orlov (o veterano ator polonês Daniel Olbrychski), afirma existir um plano para assassinar o presidente da Rússia em solo americano, criando um desentendimento entre as duas nações.

 

A operação seria liderada por um espião de uma elite de agentes secretos russos, cooptados ainda crianças, que teria sido criada especificamente para destruir os EUA. No fim do depoimento, no entanto, Orlov diz que o nome do tal espião é Evelyn Salt, o que a leva a ser perseguida como terrorista.

 

O roteirista Kurt Wimmer dá início, assim, a uma implacável perseguição para provar a inocência, ou não, da protagonista. Escrever mais é praticamente estragar o desfecho.

 

Curiosamente, na vida real, pouco antes de o filme chegar aos cinemas norte-americanos, dez espiões russos foram detidos no país, vivendo como norte-americanos comuns. Não poderia haver melhor momento. Embora não tenha desbancado o primeiro lugar de "A Origem", de Christopher Nolan, nas bilheterias norte-americanas em sua estreia, "Salt" possui todas as qualidades que um bom thriller precisa. Ou seja, muita ação, reviravoltas, agilidade, e, claro, Angelina Jolie.

 

Resta saber como teria sido o resultado desta produção se fosse protagonizado por Tom Cruise, para quem o roteiro foi escrito originalmente, e mais tarde adaptado para a atriz.

 

Num gênero dominado por homens, as mulheres têm em Angelina uma representante de peso na cinematografia do gênero

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