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'Rogue One' possui qualidades para conquistar fãs de 'Star Wars', afirma diretor

Obra foi planejada para ser um filme independente, embora seja ambientado antes de 'Uma Nova Esperança', de 1977

Rollo Ross, Reuters

07 Dezembro 2016 | 15h56

Você não precisa ser um superfã de Star Wars para ver o primeiro spin-off da franquia, Rogue One: Uma História Star Wars, disse o diretor Gareth Edwards, mas ele espera que o filme aumente a paixão de novatos pela franquia.

O primeiro dos três spin-offs de Star Wars planejados pela Disney, Rogue One é planejado para ser um filme independente, embora seja ambientado antes de Uma Nova Esperança, de 1977.

Ingressos já estão sendo vendidos rapidamente para a estreia mundial em 14 de dezembro, e analistas preveem que Rogue One arrecade cerca de 130 milhões de dólares no seu fim de semana de estreia nos cinemas norte-americanos.

Rogue One não começa com a música tema da franquia ou as letras descendo na tela, marcas presentes nos outros sete filmes anteriores da franquia.

"Você não precisa ter assistido Star Wars para ver este filme. Você pode nunca ter visto em sua vida e tudo que você precisa saber, você irá aprender durante este filme", disse Edwards à Reuters.

Segredos cercaram o roteiro do filme, mas Rogue One irá contar a história de um grupo de rebeldes liderado por Jyn Erso (Felicity Jones) que embarca em uma missão para roubar os planos da nova super-arma do Império, a Estrela da Morte.

Além de ter uma protagonista mulher no centro da ação, o filme possui um dos elencos mais diversos em um filme grande em Hollywood, incluindo o mexicano Diego Lunas, os atores chineses Jiang Wen e Donnie Yen, e o britânico Riz Ahmed, que é de família paquistanesa.

"Em nossa história, a rebelião está quebrada e isto é antes de Uma Nova Esperança... Há todos esses grupos de toda a galáxia e eles não estão se dando bem e funcionamento de maneira correta."

"Então precisamos representar visualmente isto com etnias diferentes e todos os tipos, então foi uma oportunidade muito boa e no segundo que você faz isto, você também diz 'Ok, agora podemos chamar qualquer um no mundo inteiro', o que é incrível", disse Edwards.

 

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