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Richard Gere faz 60 anos dedicado à atividade humanitária

Astro de Hollywood é mais conhecido por sua sensualidade do que propriamente pelo número de prêmios

EFE,

31 de agosto de 2009 | 13h59

Sedutor e fascinante, seja como jovem mulherengo ou multimilionário maduro, Richard Gere, dono dos cabelos brancos mais charmosos de Hollywood, completa 60 anos nesta segunda, 31, longe dos holofotes e dedicado a sua faceta humanitária.

 

Ele nunca foi considerado um grande ator, não está entre os mais premiados, mas nunca precisou disso. Em 1999, Gere foi considerado o homem mais sexy do mundo pela revista People, a mesma publicação que, seis anos antes, tinha declarado o casal formado pelo astro e pela ex-modelo Cindy Crawford como o mais atraente do planeta.

 

Gere sempre soube quais eram seus pontos fortes: além dos cabelos brancos, que começaram a ficar conhecidos no início da década de 1990 em produções como Justiça Cega ou Desejos, soube explorar sua elegância e serena forma de ser.

 

O artista também aperfeiçoou com o tempo o olhar de candura que conquistou corações de forma escalonada até o sucesso Uma Linda Mulher.

 

Porém, antes de a prostituta Vivian (Julia Roberts) deixar as ruas para cair nos braços do executivo interpretado por Gere, o ator já sabia o que era faturar um sucesso em Hollywood.

 

A carreira de Gere começou com o pé direito pelas mãos de Paul Schrader em Gigolô Americano (1980) e dois anos depois o diretor Taylor Hackford colocou no ator o uniforme da Marinha americana - que caiu como uma luva nele - para provocar alguns dos maiores suspiros da década em A Força do Destino (1982).

 

A trilha sonora do filme - particularmente o tema Up Where We Belong, interpretado por Joe Cocker e Jennifer Warnes-, e as expressões de Debra Winger fizeram o resto para lançar Gere como o novo grande astro da indústria do cinema americano.

 

Depois viriam The Cotton Club (1984), de Francis Ford Coppola, No Mercy (1986), com Kim Bassinger, e Justiça Cega (1990), junto a Andy García.

 

E então chegou Uma Linda Mulher, possivelmente a comédia romântica mais famosa dos anos 90 e um dos filmes de maior bilheteria dessa década, com mais de US$ 460 milhões no mundo todo.

 

Quase dez anos depois a mesma equipe, comandada pelo diretor Garry Marshall, se reuniu de novo na comédia Noiva em Fuga, que, apesar de ter tido um orçamento muito maior, ficou abaixo do valor arrecadado pelo primeiro filme com Julia Roberts e Gere.

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