Região Norte ganha 1º festival competitivo de vídeo

Começa nesta quarta-feira e vai até sábado em Belém o primeiro festival competitivo de vídeo da Região Norte do Brasil. O Festvídeo Belém - Ano I promete suprir a falta de estímulo que os profissionais da área enfrentam. "Não há mostras competitivas de vídeo nessa região, por isso resolvemos criar um festival desse porte aqui. Além disso, não é todo mundo que pode levar seu vídeo para concorrer em outras cidades", explica Affonso Gallindo, um dos organizadores.A competição será dividida em cinco categorias: jornalismo, publicidade, ficção, vídeo-arte e documentário. O vencedor de cada categoria ganhará um troféu confeccionado pela Fundação Curro Velho, instituição que promove cursos e oficinas de arte. O melhor vídeo de todo o festival receberá também R$ 2 mil.No total, 56 vídeos foram inscritos e todos estão participando da mostra competitiva. "A única exigência que fizemos era que os participantes fossem da Região Norte", diz Gallindo. Nos próximos anos, o festival também deve aceitar inscrições de participantes de todo o Brasil. "Ficamos muito satisfeitos com o grande número de solicitações que vieram de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Fortaleza."Os vídeos serão apresentados no cine-teatro do Centro Cultural Brasil-Estados Unidos (CCBEU). Além da mostra competitiva, outros eventos correrão em paralelo. O público poderá assistir às produções do 23o. Festival Guarnicê-MA, da Mostra Especial Casa Amarela-CE, da Mostra UERJ, da Mostra Universitária do Rio Grande do Sul e da Mostra Especial Belém do Pará. Serão administrados também workshops de direção, produção, câmera/luz e de som. Os alunos de cada workshop específico produzirão um videoclipe, um vídeo de ficção, outro institucional e o making of das três produções anteriores.Os organizadores acreditam no sucesso do festival tanto que já estão se preparando para o evento do ano que vem. "Já estamos pensando quem serão nosso próximos convidados. Nossa prioridade é divulgar os trabalhos da Região Norte. Todos verão como o olhar do amazonense pode ser muito interessante", acredita Gallindo.

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